Pedaços de mim!!!

Leves, livres e soltos pensamentos meus pairando pelo ar… Críticas, lamentos, dores e amores… e um pouco de paz! Meu blog, meu cantinho pra desabafar!

17.11.09

Stand Up Comedy “Arte de quinta no sábado”

Que tal se divertir, prestigiar a cultura Sul-mato-grossense e ainda ajudar a quem precisa?

Nesse sábado (21/11) a Cia. Teatral Ator Domingos Terras estará apresentando um espetáculo de comédia que promete fazer todo mundo rir. Em sua segunda edição o Stand Up Comedy “Arte de quinta no sábado” sob direção de Beth Terras, traz atores da região contando as mais loucas histórias e vivendo as mais engraçadas situações. No estilo atualmente mais famoso de comédia, o stand up pretende lidar diretamente com o público e trazê-los para mais perto das vivências do palco.

Dividido em pequenas encenações ao longo de mais de 90 minutos de atuações, o espetáculo satiriza cantoras famosas da atualidade, brinca com personagens da realidade e propõe novas visões sobre velhos assuntos.

A peça também tem o intuito de arrecadar alimentos e roupas em prol da ABRAPPEC (Associação Brasileira de Pessoas Portadoras de Câncer), dessa maneira quem levar alimentos e/ou roupas para doação poderá pagar o valor da meia entrada.

A apresentação será no dia 21/11 às 19:45 no Teatro Aracy Balabanian situado no Centro Cultural José Octavio Guizzo, Rua 26 de agosto, 453 -Centro. O valor da entrada é de R$12,00 reais inteira ou R$6,00 meia (estudantes com carteirinha, idosos com mais de 60 anos e/ou para doações acima citadas).

ESTARÃO EM CENA:

RODSON WILLYAMS, DIOGO ADRIANNI, DAANY FERNANDA, LILIAN KARINE, NECA LEDGER, JESSICA GULLIVER, GUTO KELMER, NATHAN SPARANGANY, MÁRIO HENRIQUE, GUSTAVO HELLBERT, RODRIGO MEDAGLI, LEONARDO CRUZ, FABIANO VALENTE, NOÊMIAH RODRIGUES E TONNY DI PAULA

DIREÇÃO: BETH TERRAS

DIREÇÃO DE ATORES: TONNY DI PAULA E NOÊMIAH RODRIGUES

ADEREÇOS E FIGURINOS: TONNY DI PAULA E GRUPO

SONOPLASTIA: BETH TERRAS, NATHAN SPARANGANY E O GRUPO

ILUMINAÇÃO: PIETRO FALCÃO

APOIO: FUNDAÇÃO DE CULTURA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

Informações pelos telefones: 9994-8282 (Beth Terras) ou 9103-6685 (Lilian)

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22.10.09

O amor das nossas vidas

Li um texto da Maitê Proença ontem que me fez pensar muito e reavaliar alguns sentimentos…

O texto começava assim: “O amor da minha vida eu encontrei, tem nome, é de carne e osso, e me ama também. Agora falta encontrar alguém com quem possa me relacionar. É que o homem da minha vida não cabe em mim e eu não caibo nele. Não basta que a gente se queira há muitos anos”. E depois ela ainda acrescentava: “Não basta que haja amor para se viver um amor”.

Eu concordo com ela em gênero, número e grau. Infelizmente.

Pensando bem em tudo que já vi e vivi, a gente não tem o direito de ficar com o amor das nossas vidas… Aquele que nos deixa de pernas bambas e faz o pensamento sair do ar… Aquele um que nos ensinou o doce gosto da paixão e nos ensinou cada uma das coisas maravilhosas que hoje sabemos…

O amor das nossas vidas não pode ficar conosco… Ele vem, passa uma temporada, marca eternamente nossas almas, ensina-nos coisas maravilhosas e depois se vai!

E aí ele vai viver a vida dele… Casa, tem lindos filhos e ensina a essa nova família coisas também maravilhosas… Mas ele também ficará marcado pro resto da vida… Guardando na boca o gosto do beijo daquela que ele sonhara viver para sempre… Mas ela não é mais a mulher da sua vida… É apenas um antigo amor.

O amor das nossas vidas de certo não nasceu pra viver conosco. Ele vem, planta sementes e depois se vai. Certo de que os frutos estarão vivos para sempre.

E por mais que a gente tente esquecê-lo, e por mais maravilhosos relacionamentos que tenhamos depois dele, e por mais que também casemos e tenhamos lindos filhos… O amor das nossas vidas vai ser sempre aquele.

Aquele que sabia o nosso humor só de se aproximar de nós, Que não media esforços pra ver um sorriso estampado em nossa face. Aquele um que fazia planos de viajar pelo mundo todo ao nosso lado, ou simplesmente envelhecer juntinho com a gente ouvindo rádio. O amor das nossas vidas é aquele que, por algum motivo, não está mais do nosso lado… Mas vai ser pra sempre o exemplo de namorado, amante ou marido perfeito. A pessoa para a qual nossos pensamentos se voltam toda vez que algo ruim acontece, que algum relacionamento se desfaz, ou aprendemos algo novo, aquele algo que é justamente o que ele tanto queria aprender.

O amor das nossas vidas é perfeito… Eterno… Fiel. Ele vai sempre estar presente nas nossas vidas, mas nunca fisicamente. Porque amor, amor mesmo, só se vive uma vez. O resto é conseqüência, é repetição…

Eu já encontrei um grande amor… Ele já se foi da minha vida… Basta agora que eu encontre alguém com quem possa conviver, com quem possa dividir meus aprendizados e conhecer os dele. Basta que alguém queira estar ao meu lado por opção e me fazer feliz ao mesmo tempo em que eu faço isso por ele. Talvez ele não seja o grande amor da minha vida, mas no fundinho nós dois vamos saber que isso é uma benção, porque se fôssemos o grande amor um do outro, estaríamos fadados a nos perder.

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Engraçado isso… Eu sou Psicóloga, Espírita e mulher…

Como Psicóloga poderia dizer que esse texto fala sobre repetições de vivências mal elaboradas. Poderia dizer ainda que o inconsciente não se cala até que seja ouvido e por de trás dessas repetições existe algo que “grita” por socorro. Diria ainda que tudo isso é fruto de projeções feitas a um objeto que, de alguma maneira, representa as vivências edípicas do passado.

Como Espírita eu poderia falar que as coisas não acontecem assim, que estamos num mundo de regeneração espiritual e podemos sim conviver com o grande amor das nossas vidas, por mais ou por menos tempo, isso depende do nosso merecimento e das provações que escolhemos antes de reencarnar. Isso é livre arbítrio. E se perdemos a chance de estar com esse grande amor, foi escolha nossa. Mas realmente as aprendizagens colhidas ao lado desse alguém serão levadas conosco para sempre.

Como mulher… Eu simplesmente quero ser feliz. Eu sei que tenho o dom do amor dentro do meu peito. Eu sei que tenho possibilidades de evoluir cada dia mais e tenho certeza de que isso se torna mais fácil quando se tem um companheiro ao lado lutando as mesmas lutas, celebrando as mesmas vitórias, chorando as mesmas lágrimas e vivendo o mesmo sentimento. Não importa se esse sentimento não seja mais aquela paixão avaçaladora que senti nos tempos de outrora. Não me importa que as minhas pernas não bambeiem e meu coração não dispare mais. Me importa sim que eu tenha um companheiro fiel e amigo, que esteja comigo, que me faça delirar às vezes, porém com os pés no chão.

E de tudo fica essa música:

Gostava tanto de você

Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate

E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você

Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
ainda está o seu retrato
Não quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
o pensamento em você…

E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você

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27.8.09

Em quem você confia?

Eu fiz muitos planos pra viver com você
Construí castelos, pra morar com você
E tudo veio abaixo quando você se foi…

Com tantos assuntos mais fáceis pra tratar, eu fui inventar de escrever sobre a tal da confiança…
Agora estou eu aqui na frente do computador tentando exprimir os inúmeros pensamentos que me vêem a cabeça, sem grande sucesso.

Bem… Não sei quanto a você, mas eu sei que posso confiar em… Em… Em… Em quem mesmo?
Pra falar a verdade não sei se existe alguém que eu realmente possa confiar, alguém que eu possa ter absoluta certeza de que não vai me magoar ou se comportar, em algum momento, de acordo simplesmente com seus próprios interesses.
O ser humano é egoísta por essência…
E talvez aceitar isso seja o caminho mais simples pra se frustrar menos.
Afinal de contas, apesar de egoístas nós somos seres sociais, precisamos da convivência e da participação em sociedade. E para isso é necessário confiar… Sejam nossos sentimentos, nossa amizade, o dinheiro pra fazer uma sociedade, um segredo… Enfim… É necessário partilhar e compartilhar para se viver em grupo, e para isso é preciso acreditar no que o outro nos diz.
Mas não existe nada que nos livre de uma decepção vez ou outra… Assim como nós também decepcionamos algumas vezes…
Mas sabe qual a real diferença entre agir, algumas vezes, de maneira humana e egoísta e ser egoísta por essência? É a frieza ou não com que tratamos a confiança alheia.
Alguns parecem lidar com a credibilidade que depositam nele com o mesmo cuidado que tratam o folheto que lhe entregam no meio da rua… Com total desprezo e desconsideração.
Algumas vezes somos levados a crer que alguém é digno de nossa confiança e ofertamos a esse alguém o mais puro do nosso sentimento… Damos a essa pessoa não só uma chance, mas também a oportunidade de entrar em nossas vidas e corações… O problema é quando essas pessoas fazem mau uso desse poder que lhe entregamos, e entram devastando tudo dentro de nós…
Arrancam-nos não só a confiança nos outros, mas também a que ofertamos a nós mesmos… Deixam-nos sem-nus diante de uma tempestade prestes a destruir todo o castelo que cuidadosamente planejamos e construímos, baseados num alicerce que jurávamos ser firme…
Perder a confiança no outro é uma das piores coisas que pode acontecer…
Sentir medo é absurdamente prejudicial à própria auto-estima e também a convivência em grupo.
Se não pudermos confiar nem em nós mesmos, temerosos estamos de não ser merecedores do sentimento puro que um dia ofertamos a alguém, como poderemos confiar no outro?
E como confiar num outro quando alguém teve o descaramento de abalar todos os nossos conceitos do que era real e tangia a pureza?
Bem, meus caros, eu lhes digo… A gente tem que se virar…
Arrumar coragem, sei lá onde, e ir em frente.
Aprender que não é porquê alguém teve a péssima idéia de desmoronar nosso castelo de ilusões e abusar da nossa confiança que teremos que seguir descontentes e desacreditados de tudo e de todos…
Não podemos generalizar… Dizer que todos serão maus por que algumas experiências nos mostraram isso.
Nem sempre é fácil se reerguer e tentar mais uma vez… Mas é necessário.
Eu, mesmo muito machucada pelos tropeços da vida, ainda acredito que existam pessoas capazes de oferecer sentimentos puros e reais, sem trapacear, sem brincar com os sentimentos e com a confiança alheia.
Só espero não estar errada dessa vez!

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Como eu preciso confiar…
Preciso confiar que vou ter seu abraço quando me sentir triste e sozinha,
Confiar que terei sua voz pra acalmar meu coração, mesmo quando o mundo decidir me abandonar.
Eu preciso, com total urgência, acreditar em todas as palavras doces que me dizes,
E necessito poder confiar que tudo o que lhe digo seja apenas nosso.
E que nossos sonhos vão se concretizar.

Ah, como eu preciso confiar…
Preciso confiar que o céu vai nascer mais azul no dia seguinte,
E que tudo vai dar certo pelo amanhecer…
Preciso acreditar que existe um Deus lá em cima que olha por mim,
E que tenho amigos que me amam…

Eu realmente preciso confiar…
Preciso confiar nos meus próprios passos,
Saber que tenho potencial pra tudo o que eu quiser fazer,
Olhar no espelho e confiar que vale a pena investir em mim, porque é um investimento seguro e útil,
Preciso ter certeza que eu terei forças e coragem pra me levantar mesmo que eu não tenha mais onde me apoiar.

Eu preciso confiar…
Que o mundo não é feito só de tempestades,
Que o amor existe de verdade,
E que eu vou poder ter o dom da maternidade.

E mesmo que toda confiança que eu depositar seja em vão,
Eu ainda preciso achar coragem pra confiar.

criado por lilinhamorim    7:24 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:

20.8.09

Ele REALMENTE não está afim de você!

Mulheres… Ah, as mulheres…

Esses serezinhos tão complicados…

É… eu faço parte desse grande e engraçado grupo! Também sou uma mulher… E me divirto com a dificuldade que temos em aceitar que eles simplesmente não estão afim de nós…

Eu achei maravilhoso o filme “Ele não está tão afim de você”… No começo né? Por que depois de tantos gelos pra ver se a mulherada toma jeito e aprende que os homens inventam qualquer desculpa para não ter que dizer que simplesmente não estão afim, o filme joga um balde de fantasias e deixa a mulherada sonhando acordada… Mais uma vez!

Vi muita moçoila sair do cinema enxugando as lágrimas… E deixando toda a lição de moral do começo de lado…

É mais ou menos isso que acontece com a gente…

Mesmo com a infinidade de livros, filmes e pessoas que declaram o quanto os homens inventam desculpinhas… A gente ainda continua tendo aquela pontinha de esperança. (Pontinha?)

 

Mas… Dói demais saber que ele REALMENTE não está afim… Dói pra caramba…

Mesmo depois da situação bem avaliada, dos comportamentos dele levados em consideração e a suposta certeza de que você vai reagir bem quando disser a ele que tudo bem, que você entende que não vai dar certo, mas que você não quer se machucar mais… que acha mesmo melhor vocês se afastarem… e que depois de tudo isso vai simplesmente levantar dali e viver a sua vida, feliz! Mesmo depois disso, as sonhadoras mulheres mantêm aquele misto de certezas e incertezas imperando em seus corações… E uma vontade louca gritando: “Diz que não! Fala que eu to louca! Me diz que você me quer mais do que nunca e que não vai me deixar sair desse carro enquanto eu não ouvir o quanto você me quer!”…

Mas… isso, geralmente, não acontece.

E não adianta descermos do carro, entrar em casa e ficar do lado do telefone cantando aquele velho e famoso mantra: “Toca telefone, toca!”… Ele não vai tocar!

Tal qual deveríamos saber, ele REALMENTE não estava afim… E foi praticamente um alívio aquela louca se tocar e pular fora sem que ele tenha que dar o desesperado ultimato…

Os autores Greg Behrendt e Liz Tuccillo explicam, em seu livro “Ele simplesmente não está afim de você”, que “os homens preferem ser atropelados por elefantes pegando fogo do que dizer simplesmente que não estão a fim de você.”

Mas pra falar a verdade, nós mulheres é que inventamos desculpas para os comportamentos deles. Na esperança de que, um dia, eles mudem de atitude, vamos iludindo a nós mesmas… “Coitadinho, ele tem trabalhado demais!”, “Eu entende ele… o último relacionamento foi péssimo!”, “São os problemas financeiros que não tem deixado ele estar tão presente, é só isso!”.

É… Eu juro que acredito que tudo isso possa estar acontecendo mesmo com nossos queridos homens… Mas… E daí???

A gente sabe que quando se gosta de alguém se paga qualquer preço pra ver o outro feliz… A gente faz o possível e o impossível, a gente se desdobra… Além do mais, nós, mulheres, também temos problemas… Nós também já sofremos até ficarmos descabeladas por causa de uma grande paixão, dissemos que nunca mais amaríamos e… Lá estamos nós, mais uma vez, de quatro por mais um idiota que estamos deixando nos cozinhar em banho-maria.

E é quase um banho-maria mesmo, por que ficamos esquentando a cabeça pra tentar encontrar as razões de ele não ter ligado quando prometeu que ia ligar… De não ter ido nos ver, mesmo tendo dito que estava morto de saudades… Ou mesmo de ele nem escutar quando dissemos quão corrido foi nosso dia… E a gente permanece ali, ligadas a eles… Como se não tivéssemos nada melhor pra fazer.

A culpa é nossa!

A gente é que permite isso.

A gente sempre sabe quando alguém REALMENTE não está afim da gente.

Mas quem disse que é fácil aceitar, né?

Não acho que deveríamos aprender a ser frias e esquecer as delícias de se viver uma paixão… Mas acho que deveríamos procurar alguém que quisesse viver essa paixão JUNTO com a gente…

É tão mais gostoso viver isso a dois… Sussurrar as verdades do coração no ouvido do outro sabendo que aquele arrepio é recíproco… Beijar uma boca que tem o melhor gosto… E ter certeza que seu gosto também é o melhor para ele… Poder contar seus segredos de liquidificador… Suas bobeiras sem parecer idiota… E seus medos, sem se sentir sem chão ou inferior!

Eu, pessoalmente, quero um colo quando eu precisar chorar, um companheiro que me leve pela mão até seu infinito particular… Quero alguém que queira dividir para somar!

Quero ser feliz… E quero agora!

Não acho que devamos esquecer tudo de bom que tivemos ao lado deles… Devemos fazer desse bom um algo melhor ainda… No próximo relacionamento, é claro!

E vamos que vamos, que a fila anda! rs

 

criado por lilinhamorim    11:08 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:,

16.8.09

Quando a equação não é exata!

                                

 

A distância que pode ser medida em quilômetros não machuca tanto quanto a distância sentida mesmo na presença do outro. É a distância dos corações.

É o famoso “sentir solidão a dois”…

É um sentimento difícil de explicar em palavras, mas que causa um imenso aperto no peito… Uma vontade de preencher um buraco, uma lacuna que nem sempre se sabe qual é.

E não adianta fingir, mentir nem pra si mesmo e nem pro outro, a gente sempre sabe quando está sozinho numa relação.

Relacionar-se é a coisa mais difícil do mundo. O outro tem um mundo próprio, e apropriar-se desse mundo e fazê-lo parte do seu, não é coisa fácil…

É preciso dedicação… Interesse… Amor!

A vida é feita de ciclos… E é necessário que saibamos a hora certa de terminar ou de começar algo.

Viver ao lado de alguém que não está 100% com você é, no mínimo, dolorido.

Quando você está sozinho por opção a solidão parece mais amena…

Agora quando você decide viver algo com alguém, deseja ao menos que esse alguém também o queira.

 

Se tem uma coisa que eu aprendi em toda minha vida é a hora certa de me retirar…

Eu insisto, pulo e faço graça… Faço piruetas no ar e loucuras impensáveis pra demonstrar o que eu sinto. Dou tudo de mim quando quero alguma coisa… Mas não vou mais além das minhas forças. Não mais! Já sei qual são os meus limites… E isso a gente adquire através das experiências…

E meu limite é reciprocidade. É dar e receber… É “Saber amar… [e] Saber deixar alguém te amar…”. E se essa reciprocidade não existe, então não existe mais caminho pra seguir.

Por que uma relação não é uma disputa, é uma soma de duas pessoas, de duas vivências, de dois pedaços que deveriam se unir, acrescentar algo de bom um ao outro, e não tentar destruir o que o outro tem. É necessário haver um equilíbrio, uma troca. É necessário que as coisas fluam, e para isso é preciso que ambos estejam com o mesmo peso no coração nas duas pontas da gangorra. É normal um sobe e desce lá de vez em quando, e é isso que faz uma relação ser produtiva. Mas mantê-la sempre estável, um em cima e outro em baixo… Não é algo que dê muito certo.

Eu aprendi a não me relacionar desse jeito…

Não que eu só dê amor a quem mereça… Eu amo por que quero amar e ponto.

Mas sei que permitir que meu coração se encha e transborde de amor por alguém que não vai me amar é frustrante… E quem é que gosta de se frustrar?

Então aprendi a hora certa de recolher minha barraca… de pegar os meus trequinhos e sair de fininho. Sem fazer muito alvoroço.

Eu sei que mereço receber aquilo que proporciono aos outros. Tanto o que for bom quanto o que for ruim. E é por isso que eu se eu dou mais do que recebo, a equação fica um pouco transviada… Uma das partes sempre se sente sobrecarregada. Eu já vivi isso… E não quero mais…

Sentir solidão a dois… É a solidão que mais dói.

 

E se o outro não está disposto a me fazer voar, por quê cargas d’água inventou de tirar meus pés do chão?

criado por lilinhamorim    18:53 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, ,

22.7.09

No ritmo da vida a morte dá o compasso

 

“A vida e a morte, são como dois bailarinos que sincronicamente fazem juntos todos os seus movimentos; passos, gestos e sutilezas”

 

Com seus altos e baixos a vida é dada a nos surpreender… Algumas vezes de maneira positiva, outras nem tanto assim…

Uma vez minha mãe me disse “Que nos bailes da vida a felicidade seja seu par!”, e desse dia em diante comecei a comparar a vida aos passos de uma longa e intrigante dança… Talvez nem sempre tão longa assim, mas nem por isso menos intrigante.

A vida dança conforme a música, e o ritmo que irá tocar como fundo musical que encenará nossas vidas, só nós mesmos podemos escolher.

Por vezes já ouvi a frase “A vida é curta!” na boca de pessoas das mais diversas origens e personalidades. Mas, ao meu ver, fazemos disso uma filosofia para os outros e não para nós mesmos.

Somos ensinados a rejeitar a dor a qualquer custo. E isso é um erro. Fica muito mais fácil lidar com algo quando se sabe a respeito desse algo. Fica mais fácil lidar com a vida quando se sabe da morte. Fica mais fácil aproveitar cada segundo sabendo que ele chegará ao fim, que nada, além de nossas almas, é eterno.

Deveríamos perceber que vida e morte estão intrinsecamente ligadas. Como muito se diz, a única certeza da vida é a morte. E aprender a lidar com ela é uma necessidade. E ela se apresenta diante dos nossos olhos sempre, porém algumas vezes desejamos fechar os olhos e fingir que ela não existe.

Todos os dias milhares de células morrem em nosso corpo. Ao mesmo tempo, milhares de outras novas células nascem dando prosseguimento ao constante caminhar da vida. Assim mesmo cada segundo, minuto, hora e semana chega ao fim, possibilitando que um novo segundo se torne real.

Freud disse que “não sabemos renunciar a nada. Apenas sabemos trocar uma coisa por outra”. E isso é elaborar o luto. É isso que devemos aprender: se libertar do desejo, quando ele não pode ser realizado, e ir em busca de um novo desejo, mais palpável e real.

Deixar pra trás coisas que já não pertencem mais ao nosso ritmo de vida, como amores, trabalhos, chances perdidas, são necessidades básicas para se viver.

Isso não serve para dizer que não devemos correr atrás de nossos sonhos, ou viver intensamente nossas paixões e que não devemos dar o nosso máximo para conseguir o que queremos, mas sim, para dizer que a vida continua apesar de não ter conseguido. É preciso saber quando algo chega ao fim, e aceitar isso.

Uma das maiores dificuldades de se perder algo ou alguém (seja com a morte física ou a emocional), é a ideologia do ter para ser, onde acreditamos piamente que sem aquele objeto de desejo não seremos mais nós mesmos, perderemos a nossa própria identidade. Esquecemos, contudo, que um dia aquela coisa, aquela pessoa, aquela chance ou aquele trabalho, não fazia parte das nossas vidas, e mesmo assim nós sabíamos viver. Perder algo não é perder a si mesmo. Perder um pedaço não é perder o todo.

Devemos sim ser gratos pelo que passamos, pelo que sentimos, pelo que vivemos. A gratidão serve como remédio para as feridas. Nem a morte é capaz de anular o que já aconteceu, o que já vivemos. Mas é necessário que nos desliguemos do que passou, que deixemos o passado exatamente onde ele está, que aproveitemos dele apenas o que nos serviu como aprendizagem e sigamos em frente.

“Trata-se de passar da dor atroz da perda, à doçura da lembrança”, dizia Sponville.

É apenas com o final de uma etapa que se pode começar outra. Com o final de um amor que se pode viver outro. Para começar algo novo é preciso, no entanto, dar o primeiro passo!

E para dar o primeiro passo é necessário ter coragem para enfrentar a dor, não temê-la, mas sim senti-la no tempo necessário, e que esse tempo seja breve, porque existem muitas outras coisas para serem vividas.

Para aprender a viver é preciso aprender a dançar… E se o ritmo que a vida lhe impõe não está confortável pra você, vire o disco, troque o cd, baixe um novo download. Só você pode saber os passos certos para sua canção, e só você pode fazê-los tornarem-se reais.

A morte é para ser sentida durante o tempo certo. Já a vida, é para ser vivida, em toda sua intensidade.

 

Nova etapa de vida: Aí vou eu!

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16.7.09

Psico-Psicologia

 

Às vezes me deparo com fatos interessantes relacionados à difusão da Psicologia: Pessoas falando jargões profissionais como se fossem verbetes do dia-a-dia. Termos que até então eu considerava circunscritos apenas ao meu grupo profissional tornam-se muitas vezes comuns entre os leigos.

É aí que me divido entre a extrema felicidade de perceber que minha profissão vem ganhando espaço e sendo considerada útil, uma vez que por muito tempo (e até hoje, infelizmente, em alguns aspectos) perdurou o estigma de uma Psicologia elitizada, destinada apenas à classe alta da sociedade ou aos considerados loucos (se bem que a loucura é discutível… Papo pra outro dia!), e ao extremo desespero de ver esses jargões sendo, muitas vezes, utilizados de maneira errônea.

Depressão, estresse, hiperatividade (TDAH) e mais recentemente o bullying e a bipolaridade, entre outros tantos que não me vêm à cabeça no momento, são termos que as pessoas usam muitas vezes sem ter o menor parâmetro profissional para tanto.

A divulgação da existência de transtornos que afetam muito mais do que somente o corpo e que devem também ser tratados psicologicamente, por um lado é de extrema importância e eficácia para obter um diagnóstico mais rápido e possibilitar um tratamento mais simples, por outro lado, essa divulgação em massa e muitas vezes sem um controle mais criterioso das informações e de que maneira elas serão passadas, possibilita o risco de criar rótulos em pessoas que muitas vezes nem tem um transtorno psi, de fato.

Mães que, preocupadas com a falta de limites dos filhos, acreditam na hiperatividade muitas vezes como maneira de fugir da responsabilidade e culpabilidade; Pessoas que “se estressam” por qualquer motivo e indivíduos que chamam de depressão qualquer choro que se lhe acomete… Pessoas que sabem apenas superficialmente sobre o que estão falando… mas talvez não saibam a real proporção dos transtornos a que se referem…

Ao meu ver as Escolas, a comunidade, a Igreja, os telespectadores da televisão devem sim ter acesso à essas informações, mas não como algo banal, pois isso pode criar problemas para o próprio indivíduo considerado “doente”. Não são apenas os sintomas que devem ser divulgados, mas também o cuidado especial que se deve ter para diagnosticar alguém, e a certeza de que apenas profissionais habilitados para tal podem, de fato, comprovar uma possível suspeita a esse respeito.

Pra mim, a Psicologia só vai ser considerada uma profissão renomada, tal qual a Medicina, o Direito, a Engenharia, etc, quando houverem profissionais competentes e preocupados não só com a detecção de doenças, mas antes de tudo com a promoção da saúde. Assim podemos realmente nos transportar do modelo médico-mecânico à um modelo de humanização da saúde, preocupados com os aspectos bio-psico-sociais dos seres humanos.

 

 

 

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12.5.09

A raiz do Preconceito

 

O tema que não me abandona a mente um só segundo hoje, é, sem dúvida, de suma importância a ser trazido à tona…

Dia 13 de Maio comemora-se o Dia Nacional de Luta contra o Racismo… E o que pretendo falar aqui, é sobre preconceito.

 

O processo histórico brasileiro se desencadeou através da inter-relação entre três principais grupos étnicos: portugueses, índios e negros de origem africana. Essa mistura transformou nosso país num lugar reconhecidamente miscigenado e multifacetado.

Nosso país é rico de culturas, sabores, cores, traços, gostos, tradições…

O que era pra ser a salada mista mais bem feita do universo causou uma série de desencontros…

Caetano Veloso cantou: “…Quando te encarei frente a frente, não vi o meu rosto; chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto; é que Narciso acha feio o que não é espelho…”.

Talvez quem repetiu a canção nem se deu conta do que dizia… Mas quem sabe ai estivesse a resposta de qual é a raiz do preconceito…

A maioria das coisas que conhecemos é sempre classificadas binariamente: O preto e o branco, o claro e o escuro, o dia e a noite, o fundo e o raso…

Mas, não se enganem, nenhuma classificação é feita de maneira ingênua. Quando fazemos essa distinção/oposição, uma das sentenças é sempre a “Boa”, aquela que é desejável, e a outra a “Ruim”, ou indesejável…

Foi assim que aprendemos a distinguir as coisas, desde crianças…

Na mitologia o personagem Narciso, um garoto solitário que vivia num jardim, se apaixona pela própria imagem refletida em um lago… a questão é que ele não conhecia sequer um espelho, e imaginou que a aquela imagem que via era uma outra pessoa… Morreu afogado em busca do “outro” que era ele mesmo…

Pra mim, o grande problema do preconceito é esse…

A sociedade atribuiu ao branco, ao rico, ao bonito o status de “Bom”, “Desejável”, e é o que vemos refletido no espelho… Talvez a grande questão seja mesmo a falta de conhecimento (de ter um espelho pra se olhar e descobrir que aquele é você, não o outro. E que nenhuma outra pessoa precisa ter uma imagem parecida com a sua!).

Mas, existe um ponto que me parece ainda mais profundo nessa discussão… Por que a sociedade ainda fecha os olhos diante dessa realidade? E lhes respondo: Para evitar o possível caos!

“(…) busca manter o status quo, para o que é necessário calar o outro, mantendo-o excluído e dominado a fim de permanecer a ilusão do equilíbrio e da ordem vivida na ausência da diferença.” Waléria Menezes

Dessa maneira os interesses do grupo dominante continuam sendo levados em alta consideração, e aquilo que é considerado um “defeito”, porque foge do que é “normal”, passa a ter mais relevância do que a própria identidade de uma pessoa ou de um grupo…

Ou seja, a pessoa não é mais um individuo com uma série de características que a transformam num ser único, capaz de algumas coisas e incapaz de outras… ela é apenas o “defeito” que a sociedade sugere, imbuído de todas os estereótipos enraizados: O negro, o deficiente, o gordo, etc.

 

O que quero dizer com tudo isso?

tem um video que vai explicar melhor… Clique no link abaixo (Abrirá uma página do youtube)

Preconceito entre crianças

Mas o que quero dizer é que esse preconceito vedado, que muitas vezes fazemos sem nem ao menos perceber, é algo passado de geração pra geração, mantendo uma estabilidade muito mais ligada aos interesses de uma sociedade que tem medo de mudar do que à características reais…

Que tal repensar como você tem lidado com isso?

 

;)

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7.5.09

E… Quando é a hora certa de dizer “Eu te amo”?

Não é que fique irritada com os casaizinhos que acabaram de se conhecer e proclamam aos 7 ventos que “se amam” (Na verdade fico sim, mas não posso assumir)… Mas… Tenho me perguntado ultimamente se existe um momento certo pra dizer que realmente se ama alguém…

Será que isso segue alguma regra?

Existem regras pra tudo… Mas já ouvi falar que não existem regras definidas no jogo do amor… Será?

Quando se trata de sentimentos, é sempre a mesma coisa… todo mundo diz que a hora certa é quando você sente vontade, que tudo vale a pena na conquista e várias coisas assim… Eu até acredito nisso…

Mas fiquei pensando, será que realmente se pode dizer “Eu te amo” a alguém que se conhece a pouquíssimo tempo?

Bem, eu não tenho medo dessas três palavrinhas, acho elas lindas e que devem, sim, ser usadas! Porém… minha exigência é: Desde que sejam bem usadas!

Tem uma crônica do Arnaldo Jabor que diz o seguinte: “”Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário, os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.”.  Então, o que faz, de fato, as palavrinhas mágicas serem usadas de maneira real?

Quando se ama você sabe quem a pessoa é, o que ela te faz sentir… e para mim, pra isso, é necessário um tempo.  Não se conhece alguém da noite para o dia… o frisson da cama, o olhar que nos deixa alucinados e derretidos… Só isso, sozinho, não é amor! Amor é mais que isso… Pelo menos pra mim.

Pra mim, amor é companheirismo, é um não imaginar-se mais sem aquela pessoa, saber que gostaria de ser dela pro resto da vida, é não supor felicidade fora daquela relação… é saber que tem um amigo fiel, um ombro, um colo, e alguém com quem realmente se preocupa…

Amar vai além do egoísmo, transpõe as barreiras do orgulho, e faz com que os olhos vejam coisas que nunca viram e o coração sinta coisas que nunca sentiu…

Desculpem-me aqueles que acreditam no amor a primeira vista… Mas eu não diria “Eu te amo” só por dizer, só pra agradar, ou simplesmente por que alguém fez com que meu coração acelerasse…

Amor, pra mim, pra ser real, demanda tempo… Porque só com tempo e convivência você pode saber se você aguentará as crises de TPM dela, o estresse dele porque o time perdeu, ou quem sabe a vontade súbita de não fazer nada, ou as loucas crises de ciúmes… é com experiência que você sente se aquela pessoa é pra você…

Diferenças e dificuldades a serem superadas sempre existirão em qualquer relação…

 O que, pra mim, determina se é amor, é ter vivenciado coisas que, se fosse com outra pessoa, você talvez não agisse da maneira que você agiu com aquela pessoa realmente especial…

Porquê quando a gente ama alguém todas as nossas regras caem por terra… e nos vemos fazendo coisas que até então pareciam impossíveis pra nós…

Então, se alguém me perguntar se existe tempo certo pra dizer o tão sonhado “Eu te amo”, eu responderei: Existe! Certamente é o momento que seu coração julga como sendo o exato… mas não se apresse demais… amar alguém é ao mesmo tempo uma dádiva e uma grande responsabilidade…

Então, que tal antes de dizer o “I Love you, meu xuxu”, verificar se realmente o que você sente é real… ou se é passageiro?

Você não gostaria que alguém brincasse com seus sentimentos, não é? Então, tente não brincar com os dos outros…

 

————————*——————————*————————–*———————-

Bem, mas se você já parou pra se auto-analisar e decidiu que realmente aquela pessoinha é quem você ama… Que tal se declarar de um jeito super especial?

Cada pessoa tem seu jeito… Eu, pessoalmente, adoro demonstrações especiais, inteligentes, surpresas realmente agradáveis que vão desde um bilhetinho escondido dentro da minha bolsa até uma declaração mais elaborada, com direito a pétalas de rosas espalhadas pela casa…

Na internet existem um milhão se sites que te dão dicas de como se declarar…

No site: www.portaldoamor.com.br na sessão “Romantismo” várias pessoas contam o que fizeram e o quanto agradaram seus parceiros…

Pra mim o importante é ser criativo e principalmente REAL!

 

=*

 

Preciso Dizer Que Te Amo

Cazuza

Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É, eu preciso dizer que eu te amo tanto

 

criado por lilinhamorim    6:21 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:,

28.4.09

Inspiração!

E se beleza fosse fundamental, as rosas não teriam espinhos.

Algo pode recomeçar do zero e gerar bons frutos?

Se caiu… levanta-te!

Se tropeçou… refaça-te!

Se chorou… recomponha-te!

 

A vida é feita de eternos recomeços.

 

Meu coração arde em chamas.

 

Que a distância não seja causa de separação, mas sim de mais forte união. Porque dois corações que se amam não reconhecem felicidade senão na compania do outro.

 

Encontrar a delicadeza de um amor verdadeiro nem sempre é algo que acontece de forma espetacular e sob grandes efeitos especiais. Talvez a ternura de um carinho sincero esteja mais ligada a amizade que ao desejo. Sendo assim, amar nada mais é que ter um amigo muito especial. Um amigo tão íntimo que conhece o mais profundo de nós mesmos.

Aí daquele que não sabe retribuir um amor real…

Pode parecer fácil se relacionar, mas não é fácil fazer brotar algo real.

 

E Deus disse: “-Que se faça a Luz!”

E tirou os homens da escuridão perversa em que estava seus corações.

E a Terra, agora iluminada, tornou-se o caminho para a regeneração.

Não façais como o incrédulo que teme a face do Pai.

Não temais mal algum, mesmo diante de um vespeiro inteiro.

Coloca teus olhos mais adiante e prossegue sem ao menos pestanejar.

As provações estavam no caminho, mas Deus, nosso Pai, iluminou teu caminhar para que enxergues todas as belezas que vais encontrar.

Que ninguém te desvies do caminho do bem, e que nenhuma palavra amarga seja capaz de te parar.

Que as críticas seja algo que lhe faça crescer, e os elogios não te ensoberbeçam.

Olha para um lago de águas cristalinas e deseje que para todo o sempre sua imagem seja assim tão límpida.

Não há mal nenhum em querer ser melhor. Há mal em não querer o melhor para os outros.

A vida começa quando você realmente abre os olhos e vê…

Vê quem está ao seu lado e lhe pede ajuda…

Vê as coisas maravilhosas que Deus te entregou a fim de que fosses instrumento de fé e caridade.

A vida começa quando você descobre que as dores são passageiras e que elas nos tornam mais fortes.

Você começa a ser feliz quando para de olhar tanto para o que os outros têm, e começa a olhar para o que você é!

Ser feliz é acordar todas as manhãs preparado pra o que der e vier!

 

criado por lilinhamorim    15:18 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, ,

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